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sexta-feira, 4 de maio de 2018

‘Estou firme e forte’, diz pastor Bell sobre pré-candidatura ao Senado


O suplente de senador Heber Waldo Silva Costa, mais conhecido como pastor Bell, uma das lideranças mais influentes entre os evangélicos do estado, afirmou há pouco que “está mais firme do que forte” no projeto de concorrer ao Senado Federal nas eleições deste ano. A declaração foi em resposta a um suposto documento da Convenção Estadual das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Maranhão (Ceadema), com os possíveis representantes para concorrer aos cargos eletivos no pleito de outubro.

O comunicado reitera a manutenção integral do acertado nas previas, com uma exceção em função de suposta renúncia praticada pelo pré-candidato Heber Waldo Silva Costa [Pastor Bell], ocorrido na Assembleia Geral extraordinária em Codó-MA, na data de 21 a 23 de março.

No entanto, segundo o pastor Bell, o que consta no documento não é uma decisão convencional, mas uma atitude isolada de pastores nomeados como capelães com o objetivo de lhe retirar da disputa.

“Isso não é uma decisão convencional. Isso ai partiu de um grupo de pastores comunistas que receberam cargos de capelão [sic] para tirar o pastor Bell de tempo. Estou mais firme do que forte”, comentou.


INDÍCIOS DE ABUSO

O blog observou que o documento com os possíveis representantes da Igreja para concorrer nas eleições deste ano veio à tona justamente no dia em que o Ministério Público Eleitoral (MPE) deu um prazo até o dia 6 de maio para o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), responder sobre a nomeação de 36 capelães na segurança pública do estado.

Chama atenção no comunicado, datado do dia 02 deste mês, a assinatura do pastor Walberto Magalhães Sales, coordenador da Ceadema. Ele que é pastor da Igreja Assembleia de Deus em Arari, foi nomeado no dia 26 do mês passado, para cargo de Capelão Religioso, Símbolo DANS – 1, da Polícia Civil do Estado do Maranhão, da Secretaria de Estado da Segurança Pública.



Seis dias após a nomeação, Walberto Magalhães, assina um comunicado excluindo da lista dos possíveis pré-candidatos da Igreja um representante que faz oposição ao governo Flávio Dino. O caso revelando suposto abuso do poder com a captura de líderes religiosos para participar da empreitada política religiosa eleitoral, revela indícios de interesses eleitorais por trás das nomeações.

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