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domingo, 10 de abril de 2016

Alô prefeito Edivaldo Holanda: telhados de escolas podem desabar a qualquer momento!


Quatro escolas da rede pública municipal foram visitadas pelo sindicato dos professores da rede municipal- Sindeducação , sendo elas: U.E.B Dr. Carlos Macieira (Bairro de Fátima); UEB Professora Nielza Lima Matos (João Paulo) e a U.E.B Rivanda Berenice Braga – todas da educação infantil.

O panorama atual das escolas da rede pública municipal retrata o “compromisso” e a “responsabilidade” do Prefeito Edvaldo Holanda Júnior com a capital Maranhense. O cenário é caótico e degradante – o ensino se fragmenta diante da inatividade do prefeito e o mesmo se mantém omisso e alheio a gravidade dos problemas educacionais.

A unidade escolar Rivanda Berenice Braga (educação infantil)  está sofrendo com os problemas de infiltrações e as paredes das salas de aulas estão danificadas pela umidade. O aspecto da escola está sendo favorecido pela união do conjunto educacional, que tem mantido as manutenções do local.

A situação é ainda mais trágica nas escolas Dr. Carlos Macieira e Professora Nielza Lima Matos, cujas infraestruturas estão completamente comprometidas e os riscos só aumentam para o corpo educacional.

Na U.E.B Professora Nielza Matos, toda a estrutura do forro/telhado está comprometida, ao ponto de desabar e causar um sério acidente ou até uma tragédia em sala de aula. Nessa semana, uma das salas foi isolada devido a intensidade das goteiras, que acabaram provocando um pequeno incêndio em um ventilador.

O problema de infiltração acontece em todo o prédio, sendo que, alguns forros já estão inclinados – prontos para despencar a qualquer momento e, mesmo, diante da gravidade, a professora permanece lecionando. Na entrada da escola existe uma vala que acumula muita sujeira e também há água parada – o que pode ocasionar a procriação dos mosquitos da dengue.

Apesar de situada em outra localidade, a U.E.B Carlos Macieira representa o mesmo cenário de degradação do espaço escolar. A escola da educação infantil, funciona em um prédio mal projetado e fora dos parâmetros de segurança, tendo em vista, que a unidade escolar possui duas escadas, onde as crianças tem pleno acesso.

Dentro desses parâmetros desfavoráveis, as salas de aula não possuem ventiladores, o bebedouro não funciona, o telhado está quase todo comprometido pela proliferação de cupim; as instalações hidráulicas e elétricas sem funcionamento adequado. Essas reivindicações já foram repassadas pelo diretor da escola, que também, requisitou junto a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), o encaminhamento de um porteiro ou vigilante durante o dia, pois, há uma grande incidência de assaltos nessa região.

“A estrutura da escola Dr. Carlos Macieira”, inflige todos parâmetros de acessibilidade e segurança para as crianças. Onde há crianças pequenas, não deve haver escadas, isso representa um grande perigo”, destacou a diretora sindical, professora Isabel Cristina.


Em contato com o blog  o sindicato informou que irá representar junto a Promotoria Especializada em Defesa da Educação e, também solicitará a avaliação da Defesa Civil nas duas unidades. “Essas escolas devem ser interditadas, pois, os professores, alunos e funcionários estão correndo sérios riscos”, pontuou a presidente do Sindeducação.

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