O engenheiro civil e elétrico Patryckson Marinho Santos sofreu um golpe judicial sem precedentes, que o retirou da disputa pela presidência do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Maranhão (CREA-MA), biênio 2027/2028. A revolta do postulante foi a “engenharia” utilizada para esse fim, “arquietada” apenas dois dias antes do pleito eleitoral, agendado para domingo (03/07).
Patryckson Santos usou as redes sociais para denunciar o que chamou de “mão invisível” para manter no cargo, de forma monocrática, o atual presidente, Wesley Assis.
Emocionado e, ao mesmo tempo, indignado com a decisão judicial que cassou sua candidatura, Patryckson disse que “essa mão invisível virá à claridade, após o cinza desta sexta-feira”.
Vale destacar que o pedido de cassação da candidatura de Patryckson foi apresentado em Brasília, por meio da atual diretoria do CREA-MA, que está há décadas no comando do órgão. Aliás, um órgão cujos órgãos vitais agonizam de sede, sonhando em ter, pelo menos, uma sede própria.

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