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Professores também aderem a protestos contra Braide por veto ao Passe Livre Estudantil




A pressão política sobre o prefeito Eduardo Braide em torno do Passe Livre Estudantil ganhou um novo capítulo com a adesão de professores das redes públicas ao movimento que cobra a implementação da medida. Após a mobilização de estudantes, marcada pela colagem de cartazes com a hashtag #PasseLivreJá em diversos pontos da cidade, agora entidades sindicais da educação também passam a se posicionar formalmente contra o possível veto da Prefeitura.


O Sindeducação divulgou uma Carta Aberta ao prefeito solicitando que não haja veto à emenda que destinou R$ 15 milhões no Orçamento municipal para a implantação do Passe Livre. O documento será entregue ao gestor municipal por entidades sindicais e movimentos estudantis. Além disso, a carta requer que o projeto seja encaminhado à Câmara Municipal com previsão orçamentária de R$ 72 milhões, valor estimado como necessário para atender aproximadamente 84 mil estudantes das redes pública e privada, com base em dados da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes e do SET São Luís.


A política do Passe Livre foi aprovada por 89,91% dos eleitores em plebiscito oficial reconhecido pelo Tribunal Superior Eleitoral. Também foi definida como prioridade na Conferência Municipal das Cidades e incorporada aos principais instrumentos de planejamento do município, como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA).


Com a entrada dos professores no debate, o impasse deixa de ser apenas uma pauta estudantil e passa a envolver diretamente o setor educacional. A resistência do prefeito em relação à implementação do Passe Livre amplia o desgaste político na capital, especialmente diante de uma medida respaldada por votação popular e já prevista nas peças orçamentárias do município.

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