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Nova greve no transporte expõe gestão frágil de Eduardo Braide e abandono da população




O caos continua freando o transporte público em São Luís, diante da incapacidade e inércia do prefeito  Eduardo Braide, que não resolve o problema do setor e impede o direito de ir e vir de milhares de cidadãos moradores de diversos bairros da capital. Desde a noite de sexta-feira (23), rodoviários da empresa 1001 cruzaram os braços, mais uma vez em protesto pelo atraso no pagamento de salários e benefícios.


É a terceira vez em dois meses que os trabalhadores da empresa 1001 param por causa de atrasos salariais. Segundo o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, a greve ocorre pela falta de pagamento do 13⁰ salário, do ticket alimentação referente ao mês de dezembro e do adiantamento salarial de janeiro, que deveria ter sido depositado no último dia 20. Não há previsão para a normalização do serviço da empresa 1001.



Ameaça de greve geral


E a incapacidade de Eduardo Braide pode agravar ainda mais a crise no setor. Em comunicado divulgado nesta semana, o Sindicato dos Rodoviários alertou para a possibilidade de greve geral diante da falta de avanços nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho de 2026.


A entidade informou que encaminhou proposta de Convenção ao Sindicato das Empresas de Transporte (SET) em novembro de 2025.  De lá para cá, diversas reuniões foram realizadas, mas não foi apresentada nenhuma contraproposta que atenda às reivindicações da categoria.


As negociações, segundo a categoria, estão sendo improdutivas. “Se as cláusulas econômicas, principalmente reajuste salarial e ticket alimentação, não forem definidas, iremos cruzar os braços”, afirmou o presidente do sindicato, Marcelo Brito.


Paralisações constantes


A greve dos rodoviários da empresa 1001 é mais uma dentro do histórico recente de paralisações do setor em São Luís, sem que o prefeito Eduardo Braide consiga uma solução definitiva para o problema. Em 2025, foram sucessivas greves e ameaças de paralisação, em meio a impasses envolvendo rodoviários, empresas e a Prefeitura da capital.


E, claro, quem paga a conta e sofre com a inércia do prefeito Eduardo Braide diante dessa situação é a população da capital, tendo que fazer uso de um serviço de transporte público ruim e sempre convivendo com a ameaça de um possível aumento de tarifa.

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