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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Professores de São Luís entram em greve e Holandinha não abre negociação


Foram 60 dias aguardando uma posição da Prefeitura de São Luís, mas não houve nenhum diálogo e os professores acabaram entrando em greve nesta terça-feira (1). Aprovada ainda em junho durante Assembleia da categoria, os educadores aguardavam que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e o secretário Moacir Feitosa (PTC), pudessem negociar para impedir a paralisação que vai prejudicar milhares de crianças ludovicenses.
Moacir Feitosa que também é professor foi sempre um dos defensores do cumprimento do piso salarial dos docentes. Porém este ano, o secretário pede apenas paciência para a oferta de 0% de reajuste, ou seja, nem a compensação das perdas inflacionárias estão sendo ofertadas. O reajuste é lei, garantindo pela Lei do piso, e se baseia no mínimo…
Mas não é só por causa do salário que os professores protestam, a greve foi deflagrada também por conta da falta de  infraestrutura das escolas. Dezenas Unidades Básicas de Ensino estão caindo aos pedaços ou funcionando precariamente, as reformas caminham a passos lentos e o prefeito Edivaldo Holanda Júnior finge que tá tudo bem.
Ao invés de sentar e negociar com os professores, uma vez que ele já foi eleito Prefeito Amigo da Criança, Edivaldo prefere atacar e se trancar em seu gabinete. Holanda Júnior prefere colocar sua mídia alinhada para jogar a população contra os professores que estão reivindicando seus direitos.
Afinal, professor sem valorização e sem estrutura, não tem como oferecer uma boa educação para as crianças, adolescentes e todos aqueles que necessitam do sistema público de educação de São Luís.
A sociedade precisa reagir contra esse governo que tenta menosprezar e inferiorizar aqueles que vão proporcionar o futuro. Enquanto isso, Edivaldo Holanda Júnior segue ganhando o segundo maior salário de prefeito do Brasil: R$26 mil.

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