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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Cantador João Chiador morre aos 78 anos e deixa legado cultural


O Maranhão perde mais um mestre da cultura popular, que deixa um grande legado para o folclore maranhense. Faleceu, na tarde de do último domingo (06), aos 78 anos, o poeta e cantador de toadas do Boi de São José de Ribamar, João Costa Reis, mais conhecido como João Chiador.  Ele estava internado no Hospital do Servidor, mas foi liberado para ir para casa, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória.

De acordo com a família, João Chiador teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) no fim do ano passado e chegou a ficar vários dias internado no Hospital Carlos Macieira, em São Luís. Contudo, se recuperou e voltou para casa.

O cantador era acompanhado semanalmente por uma equipe médica e nos últimos meses vinha apresentando um quadro de saúde estável, porém, na tarde deste sábado (05) teve uma recaída. Antes do AVC, o poeta já vinha sofrendo de diabetes e Alzheimer, ocasionando o seu afastamento das apresentações do Boi.

O velório de Chiador acontece na Pax União, no Centro de São Luís. O enterro será realizado na manhã desta segunda-feira (7), no cemitério Jardim da Paz, localizado na MA-201, em São José de Ribamar.

História

É considerado um ícone do ‘Bumba Meu Boi’ do Maranhão por ter contribuído com a criação de toadas “Cidades dos Azulejos”, “Nossa Senhora de Aparecida” e muitas outras músicas da cultura maranhense.

Dono de uma voz forte e marcante tornou-se ídolo da cultura maranhense no Boi da Maioba onde foi amo (cantador) 32 anos.  Em 1993, tornou-se amo do Boi de Ribamar, onde encerrou sua carreira.

João Chiador deixa uma herança de cinco décadas de dedicação e amor à cantoria.

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