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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Flávio Dino foi quem ordenou que Edivaldo exonerasse Helena Duailibe

Conhecida por ser uma das gestoras mais competentes da administração Edivaldo Holanda Júnior (PDT), Helena Duailibe foi exonerada nesta segunda-feira (24). A informação pegou a todos de surpresa, afinal apesar dos problemas, existe o reconhecimento da capacidade da médica. Acontece que a exoneração da secretária de Saúde foi uma decisão do governador Flávio Dino (PCdoB).
De acordo com fontes do Palácio Lá Ravardiere e dos Leões, Flávio Dino foi quem pediu a exoneração de Helena Duailibe ao entender que a médica estava  colocando em sua equipe várias pessoas ligadas ao ex-secretário estadual de Saúde, Ricardo Murad.
O comunista então ordenou que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior cumprisse a determinação se ainda quisesse o Governo como aliado. Helena era da confiança do pai do prefeito, Edivaldo Holanda, porém não resistiu à pressão comunista.
No lugar de Helena que ainda estava filiada no PMDB, entra Lula Fylho que estava na Semgov e é do PCdoB.
Não é de hoje que Flávio Dino se incomoda com Helena Duailibe. O comunista até hoje não engole a mudança de apoio do PSB à sua candidatura de prefeito de São Luís em 2008.
Naquela oportunidade, a médica era presidente municipal do partido socialista e às vésperas das convenções, ela retirou o apoio ao então deputado federal e declarou aliança a João Castelo do PSDB. O resultado final foi a vitória tucano com Helena de vice-prefeita.
E ainda dizem que Flávio Dino não é vingativo e rancoroso. ( Blog do Diego Emir)

Um comentário:

  1. Soneto ERUDITO para anular LIXO do PT (seus Satélites: PSOL; PCdoB etc.) & DIREITA-BURRA:
    [o PT é barangão e Kitsch...].

    De tudo, ao meu amor serei atento antes

    E com tal zelo, e sempre, e tanto

    Que mesmo em face do maior encanto

    Dele se encante mais meu pensamento

    Quero vivê-lo em cada vão momento
    
E em seu louvor hei de espalhar meu canto

    E rir meu riso e derramar meu pranto
    
Ao seu pesar ou seu contentamento

    E assim quando mais tarde me procure

    Quem sabe a morte, angústia de quem vive
    
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

    Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
    Que não seja imortal, posto q é chama

    Mas que seja infinito enquanto dure

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