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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Assaltos a Ônibus: Primeiro semestre de 2017 supera estatísticas do mesmo período ano passado


O Sindicato dos Rodoviários do Maranhão acaba de contabilizar as estatísticas do primeiro semestre de 2017, referentes a assaltos dentro dos ônibus e o resultado, é surpreendente. Nos trinta dias do último mês de Junho, ocorreram na Grande São Luís, 40 crimes do tipo, que somando aos números dos cinco meses anteriores, resultou em 352 assaltos contabilizados.

Nos seis primeiros meses do ano passado, foram verificados em São Luís, 307 assaltos dentro dos coletivos, ou seja, no mesmo período, foram registrados 45 assaltos a mais em 2017. As estatísticas levam em consideração, os boletins de ocorrência das empresas de ônibus, relatando os assaltos. É preciso destacar, que nos últimos meses, o quantitativo de empresas que denunciam o crime à polícia, cresceu consideravelmente.

Em Junho, as localidades com maior número de registros foram: Terminal da Praia Grande; Região do Centro da cidade; Turu, nas proximidades do Rio Anil Shopping e a BR 135, com pontos críticos na altura de Maracanã e Estiva. Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários, mais uma vez, aproveita a divulgação destes índices para chamar a atenção das autoridades policiais, já que o crime, novamente, tem tomado sérias proporções.

“Alertamos às policias civil e militar, que é preciso reavaliar as operações desencadeadas na cidade, que visam o combate desse tipo de ação e conseqüentemente, a prisão dos criminosos. A Operação ‘Busca Implacável’ foi importante e extremamente exitosa nos primeiros meses, mas agora, é necessário repensá-la, já que o modelo de trabalho, ao que tudo indica, já é conhecido pelos assaltantes. Estamos à disposição da Secretaria de Segurança Pública para novos encontros, na intenção de discutirmos este problema, que afeta toda a sociedade, principalmente, Rodoviários e usuários do sistema. O Judiciário também tem papel fundamental, de não permitir que os suspeitos sejam soltos com tanta facilidade. As leis brasileiras precisam ser tornar mais rígidas, em defesa da população. Constantemente estamos encaminhando as informações para polícia e cobrando medidas enérgicas que possam minimizar estes índices, mas o combate efetivo, nós dependemos do trabalho dos policiais”, enfatiza Isaias Castelo Branco, Presidente da entidade.

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