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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

“Governo age de forma criminosa”, diz Roberto Rocha sobre praias limpas



O senador Roberto Rocha (PSB) fez uma dura crítica ao governo Flávio Dino (PCdoB), no fim de semana, depois da divulgação de mais um relatório de balneabilidade das praias de São Luís.

No mais novo laudo divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), sete pontos – de 21 – aparecem como impróprios para banho.

Segundo Rocha, a verdade é que estes pontos já estavam impróprios, o que só ficou evidente por conta de um rápido chuvisco que caiu sobre São Luís nos últimos dias.

“Bem, e por que o governo, de forma irresponsável e criminosa, anunciou que as pessoas poderiam levar seus filhos e netos para as praias porque estavam limpas? Simples, porque no Maranhão a campanha política é no verão. Ou seja, nesta época a cidade fica limpa, com recolhimento de lixo regular, e se não chove, tem muito menos sujeira nas praias. Simples assim!! Ontem caiu uma chuva fina e rápida em São Luís, hoje saiu o laudo de balneabilidade das praias. Dos 24 pontos coletados, 10 estão impróprios para banho. Foi só um pouco do esgoto que desceu para as praias. E olha que o chuvisco não representou 2,00 mm de chuva, um valor quase desprezível”, comentou o socialista, no Instagram.

Outra pancada

Também via redes sociais, desta vez no Twitter, Rocha deu outra pancada no governador.

No fim da semana passada, o presidente Michel Temer (PMDB) publicou um vídeo com entrevistas a governadores que participaram de uma reunião com o Planalto para desenhar uma proposta de ajuste fiscal nos estados.

Até o governador do Piauí, Wellington Dias, que é do PT, esteve à mesa com o presidente da República.

Flávio Dino, não, o que motivou a manifestação de Rocha.

“Onde está o governador do Maranhão? Agindo assim, ele não representa o estado, e sim o seu partido. Lamentável!”, escreveu em comentário no vídeo”.


Mais tarde, completou: “Ao tentar agredir o presidente da República, o Gov do Ma não representa o estado, e sim um partido político. O governador precisa reagir”.


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