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sábado, 28 de maio de 2016

Com a decadência do governo, articulações para 2018 já começam a ser projetadas


Os últimos movimentos políticos e partidários, tanto em âmbito nacional quanto nos municípios maranhenses, começaram a clarear o cenário para as eleições gerais de 2018, quando se renovam os mandatos de presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais no país. A mudança do Governo Federal e as eleições municipais têm contribuído fortemente para a formação deste cenário.

No Maranhão, há hoje três correntes distintas com o mesmo objetivo: disputar com força as eleições de 2018. O grupo principal é o do governador Flávio Dino (PCdoB), que, após vitória importante em 2014, pode definhar já a partir de 2016; e em 2018 deve se reduzir a PT, PCdoB e PDT, embora mantenha a força eleitoral pelo controle da máquina administrativa. O outro grupo é formado exatamente pela dissidência do grupo dinista, que já se movimenta com protagonismo nas eleições municipais. Este grupo é formado por PSDB, PSB, PPS, e tem no senador Roberto Rocha (PSB) e na deputada federal Eliziane Gama (PPS) seus principais personagens. Seguindo no grupo dos independentes, o deputado estadual Wellington do Curso( PP) está surpreendendo muita gente com os últimos resultados das pesquisas  realizadas na capital,  onde o pré- candidato ameaça o atual prefeito de São Luis de ficar de fora do segundo turno, Wellington do Curso é mais uma nova liderança forte na capital maranhense e mostrou que vai dá trabalho pra muita gente. 


O terceiro grupo começou a se recompor agora, alimentado, sobretudo, pela mudança do Governo Federal, com a ascensão de Michel Temer (PMDB) à presidência da República. Tem entre seus representantes mais visíveis o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), o Vereador Fábio Câmara, uma liderança forte, que tem se destacado por sua atuação, e hoje e pré - candidato a prefeitura de São Luis, Câmara chega com condições reais de sair vitorioso na disputa eleitoral e o ex- ­candidato a governador Lobão Filho (PMDB), que deve assumir em junho uma vaga no Senado Federal.

Fábio Câmara 


Além deles, surge com força a prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PTN), tida hoje como o principal contraponto a Flávio Dino no interior maranhense.


A própria movimentação política de cada grupo definirá o seu caminho em 2018. Não significa, no entanto, que o grupo liderado por Roberto Rocha, por exemplo, não decida, na “hora H”, realinhar-­se ao grupo do governador Flávio Dino; ou que haja, por outro lado, uma aproximação da aliança PSDB/PPS/ PSB com o grupo formado por PV/PMDB. Tudo dependerá também das eleições municipais, onde cada grupo trabalha forte para eleger o maior número de prefeitos alinhados. E não se pode descartar, também, a participação de outros personagens na disputa, como os ex­- governadores Roseana Sarney (PMDB), José Reinaldo Tavares (PSB).



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