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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Governo não cumpriu acordo com policiais e bombeiros

Deputado Bira cobrou o cumprimento do acordo por parte do governo com os militares
Uma comitiva de policiais e bombeiros militares ocupou as galerias da Assembleia Legislativa do Maranhão durante a sessão plenária desta terça-feira (15). A categoria cobra o cumprimento do acordo que foi firmado pelo governo para que a greve pudesse ser encerrada.

O Governo do Estado se comprometeu em encaminhar à Casa Legislativa uma proposta em regime de urgência em no máximo 10 dias, prazo esse que se encerrou nesta segunda-feira (14), entretanto nada chegou. Para o deputado estadual Bira do Pindaré (PSB) a situação é temerária, pois o Governo desrespeita a categoria quando não cumpre os acordos.

“Eu quero dizer o quanto isso é temerário para a situação que a gente vive no estado do Maranhão, que é calamitosa do ponto de vista da criminalidade. Todo mundo viu a crise do Sistema Penitenciário. Todo mundo sabe que nós estamos com os piores indicadores de homicídios do mundo, não são do Brasil, mas do mundo”, protestou Bira.

O parlamentar lembrou os compromissos do Governo do Estado com a categoria dos militares como a promessa de anistia aos lideres do movimento paredista, no entanto já foram abertos procedimentos disciplinares contra as lideranças. O Governo também não cumpriu a promessa do escalonamento, e das 40 horas de jornada.

Bira entende que há uma enganação em curso e o Governo precisa ter responsabilidade no trato da questão dos policiais. O socialista ressaltou que a Governadora desprezou o Sistema de Segurança Pública quando colocou o secretário de Saúde para acumular a Pasta da Secretaria de Segurança.

“A governadora disse que a gente ia poder dormir de portas abertas, e, no entanto, eu acho que ela devia estar se referindo a porta do banheiro, porque a porta da rua, a porta de casa está todo mundo é gradeando com medo de assaltos a gente não tem mais sossego, nem dentro de casa e nem fora de casa. Os bandidos estão invadindo as casas, nem respeitam mais se tem gente ou não, invadem, e fazem qualquer um de refém”, protestou.

Fonte: Clodoaldo Corrêa.

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