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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Bomba! Farra de passagens no Mercado Central




Quando eu penso que já vi tudo nessa vida, aí vêm coisas que me surpreendem. Depois da escandalosa farra de passagens, onde vários políticos estariam envolvidos, agora a moda é a farra de passagens no Mercado Central. Várias pessoas de posse de um cartão de vale transporte ficam dando “carteirada” a todo vapor. Eles abordam o cidadão que vai pagar a sua passagem em dinheiro. Por um preço bem abaixo da passagem, eles dão a carteirada segura.

A briga lá é grande. Não entendemos como as pessoas conseguem essas carteiras, que, por sinal, têm um crédito bem acima do normal. A suposição é de que essas carteiras devem ser de servidores públicos.  

Para a advogada especialista em direito trabalhista, o funcionário deve usar o vale-refeição e o vale-transporte exclusivamente para se alimentar e fazer o trajeto entre a residência e a empresa.

A maioria dos trabalhadores desconhece que a prática de abrir mão de uma porcentagem do valor nos cartões na troca por dinheiro é crime e pode até resultar em uma demissão por justa causa.

“A partir do momento que ele vende e vira na mão dele um dinheiro, pode gerar uma justa causa, porque ele passou a cometer o ato da improbidade, que é caracterizada como a quebra de confiança entre empregado e o empregador”, disse

Outro advogado trabalhista concorda e enfatiza que a venda de vale-transporte é ainda mais grave. Ele garante que a venda se configura como um crime e traz prejuízos para a empresa, ao governo e até à sociedade.

“Para conseguir o vale-transporte, o funcionário tem que declarar quantas conduções ele usa. Se ele firma essa declaração, assinou um documento falso e se apropriou de um dinheiro que seria da empresa e do governo”, Finaliza.

Sendo assim, cabe o poder público averiguar esse caso e tomar as providências necessárias!

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